Aluguel ou compra? Estudo revela qual teve maior aumento em 2025

O custo do aluguel residencial no Brasil finalizou o ano de 2025 com um aumento médio de 9,44%, de acordo com o Índice FipeZAP divulgado nesta quinta-feira (15). Embora tenha sido um crescimento menor que os registrados nos últimos três anos — 16,55% em 2022, 16,16% em 2023 e 13,50% em 2024 —, esse reajuste superou a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, que fechou em 4,26% no período.

O levantamento aponta que o impacto nos aluguéis foi maior nos imóveis com três dormitórios, que tiveram alta de 10,19%. Já as unidades com dois quartos apresentaram um aumento um pouco inferior, de 9,19%.

Os valores dos aluguéis subiram em 34 das 36 cidades monitoradas pelo índice, incluindo 21 das 22 capitais. Teresina lidera o ranking com o maior aumento, de 21,81%, seguida por Belém, com 17,62%.

Comparação entre aluguel e compra

Apesar do crescimento expressivo no aluguel, a valorização dos imóveis à venda também avançou em 2025, registrando alta de 6,52% no acumulado do ano. No entanto, essa elevação foi inferior ao reajuste dos aluguéis e representa a segunda maior alta anual no preço de venda dos imóveis nos últimos 11 anos, ficando abaixo apenas do índice de 7,73% registrado em 2024.

Ranking das capitais com maior valorização dos aluguéis em 2025

  • 1º Teresina: +21,81%
  • 2º Belém: +17,62%
  • 3º Aracaju: +16,73%
  • 4º Vitória: +15,46%
  • 5º João Pessoa: +15,31%
  • 6º Cuiabá: +14,61%
  • 7º Belo Horizonte: +13,01%
  • 8º Fortaleza: +12,45%
  • 9º Salvador: +12,38%
  • 10º Maceió: +12,22%
  • 11º São Luís: +11,37%
  • 12º Curitiba: +10,98%
  • 13º Rio de Janeiro: +10,87%
  • 14º Natal: +10,13%
  • 15º Recife: +9,82%
  • 16º Porto Alegre: +9,38%
  • 17º Florianópolis: +9,35%
  • 18º São Paulo: +7,98%
  • 19º Brasília: +6,41%
  • 20º Goiânia: +4,67%
  • 21º Manaus: +1,06%
  • 22º Campo Grande: -4,36%

Fonte: FipeZap

Teresina, Piauí — Foto: Getty Images

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