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Trump Domina o Mercado em Davos e Impacta o Ibovespa

Trump Domina o Mercado em Davos e Impacta o Ibovespa

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Trump domina os holofotes em Davos; perspectivas para o Ibovespa nesta quarta-feira (21)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ser o centro das atenções no cenário financeiro. Nesta quarta-feira, Trump fará sua fala às 10h30 no Fórum Econômico Mundial em Davos, em meio a uma tensão crescente com países europeus relacionada à disputa pela influência sobre a Groenlândia, um território autônomo vinculado à Dinamarca.

Na véspera, Trump intensificou seu discurso ao reforçar o desejo de adquirir a ilha e ameaçou impor tarifas de até 200% sobre vinhos e champanhes franceses. Essa retaliação teria sido motivada pela recusa do presidente francês, Emmanuel Macron, de integrar um “Conselho de Paz” para Gaza proposto por Trump.

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Além disso, Trump anunciou a aplicação de uma tarifa inicial de 10% sobre produtos importados de países que não apoiarem o plano americano de controle da Groenlândia a partir de 1º de fevereiro, com aumento para 25% em junho, caso não haja acordo. Os países afetados incluem Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido.

Outro ponto relevante do dia são as audiências da Suprema Corte relacionadas à tentativa da Casa Branca de destituir Lisa Cook, diretora do Federal Reserve. O governo a acusa de irregularidades em financiamentos imobiliários, e esse processo é monitorado atentamente pelos investidores por representar um possível teste para a independência do banco central dos EUA.

Desempenho do mercado brasileiro

No pregão mais recente, o Ibovespa fechou em alta de 0,87%, alcançando 166.276,80 pontos, estabelecendo um novo recorde nominal histórico. A máxima anterior havia sido registrada em 15 de janeiro, com 165.568,32 pontos.

O dólar à vista terminou as operações cotado a R$ 5,3805, valorizando-se 0,31%.

O ETF iShares MSCI Brazil (EWZ), principal fundo brasileiro negociado em Nova York, avançou 0,42% no after-market, sendo cotado a US$ 33,76.

Contexto nos mercados internacionais

Os investidores acompanham de perto os resultados da Netflix, cujas ações recuaram cerca de 7% após o fechamento do mercado nos Estados Unidos. No quarto trimestre de 2025, a empresa reportou lucro líquido de US$ 2,42 bilhões, superando os US$ 1,87 bilhão no mesmo período do ano anterior. O lucro por ação diluído ajustado foi de US$ 0,56, ligeiramente maior do que a expectativa média de US$ 0,55.

A receita da Netflix fechou em US$ 12,05 bilhões no trimestre, acima da previsão de US$ 11,97 bilhões, representando um crescimento anual de 17,6%.

Porém, a perspectiva para o trimestre atual não agradou os investidores, com previsão de lucro de US$ 0,76 por ação e receita de US$ 12,16 bilhões, abaixo das estimativas dos analistas, que esperavam US$ 0,81 por ação e US$ 12,19 bilhões de faturamento.

Recentemente, a Netflix divulgou um acordo para adquirir os estúdios da Warner Bros. Discovery e a plataforma HBO Max, em uma transação integralmente em dinheiro avaliada em US$ 82,7 bilhões.

As bolsas na Ásia fecharam com resultados mistos. Os principais índices europeus operam em queda, enquanto os futuros dos mercados de Nova York indicam alta na manhã desta quarta-feira.

O preço do petróleo apresenta queda, com o Brent cotado a US$ 64,37 o barril (-0,83%) e o WTI a US$ 59,93 (-0,71%).

No mercado de criptomoedas, o Bitcoin (BTC) diminui 1,6%, sendo negociado próximo a US$ 89 mil, enquanto o Ethereum (ETH) recua 3,9%, cotado em torno de US$ 2,9 mil.

Agenda econômica para hoje

Indicadores:

Às 8h, no Brasil, será divulgada a prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado). Às 12h, nos Estados Unidos, são esperadas as vendas pendentes de imóveis.

Compromissos oficiais

Governo Lula:

Às 10h, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, terá compromisso oficial. Às 11h, a chefe do Gabinete Adjunto de Informações em Apoio à Decisão, Sandra Brandão, participa de evento. Às 14h40, o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick, estará em atividade. Às 15h, o ministro da Educação, Camilo Santana, assinará uma mensagem ao Congresso Nacional referente à Medida Provisória do Piso Salarial dos Professores públicos da educação básica. Às 16h, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, terá uma agenda. Às 17h, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, também terá compromissos.

Fernando Haddad: A agenda do ministro não foi divulgada.

Gabriel Galípolo: Às 11h, estará em reunião com Jorge Oliveira, vice-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU).

Panorama dos mercados na manhã desta quarta-feira

Bolsas asiáticas:

Tóquio/Nikkei registra baixa de 0,47%, Hong Kong/Hang Seng avança 0,37% e Xangai apresenta leve alta de 0,08%.

Bolsas europeias (com mercado aberto):

Londres/FTSE100 cai 0,20%, Frankfurt/DAX recua 0,62%, e Paris/CAC 40 baixa 0,21%.

Futuros nos Estados Unidos (Wall Street):

Nasdaq sobe 0,25%, S&P 500 avança 0,29% e Dow Jones cresce 0,19%.

Commodities:

O petróleo Brent desvaloriza 0,83% a US$ 64,37 o barril e o WTI cai 0,71% a US$ 59,93. O minério de ferro recua 0,32% para US$ 112,53 a tonelada em Dalian, na China. O ouro tem valorização de 2,15%, cotado a US$ 4.868,55 por onça-troy.

Criptomoedas:

O bitcoin diminui 1,6%, negociado a US$ 89.347,95, e o ethereum cai 3,9%, cotado a US$ 2.969,74.

Fonte

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