IFIX registra queda de 0,15% e encerra o dia a 3.840,08 pontos
O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) finalizou a terça-feira, 27 de janeiro de 2026, em leve retração, fechando em 3.840,08 pontos, o que representa uma queda de 0,15% ou 5,83 pontos na comparação com o pregão anterior, conforme dados divulgados pela B3. A sessão foi marcada por alta volatilidade, com tentativas iniciais de valorização que não conseguiram se sustentar até o fechamento do mercado.
Durante o pregão, o IFIX chegou a ultrapassar brevemente o valor de abertura, impulsionado por movimentos específicos relacionados a dividendos e ajustes de fluxo. Contudo, a pressão predominante dos vendedores prevaleceu no encerramento, mantendo o índice ligeiramente negativo.
Entre os fundos que se destacaram positivamente, o TRBL11 sobressaiu ao apresentar uma valorização de 3,65%, fechando a R$ 68,94. Esse resultado colocou o fundo como o maior ganhador do dia, evidenciando o interesse seletivo dos investidores em ativos com perspectivas de renda constante.
Logo atrás, o ITRI11 também teve desempenho positivo, avançando 3,07% e terminando a R$ 88,40, figurando entre os fundos de tijolo com melhores resultados. Esse comportamento reforça a ideia de que, apesar do cenário cauteloso, o mercado continua em busca de oportunidades dentro do segmento de fundos imobiliários.
Por outro lado, os maiores recuos ficaram por conta do TGAR11, que sofreu queda de 11,70% e encerrou cotado a R$ 82,30, configurando a pior performance do dia. A significativa desvalorização do fundo refletiu movimentos de realização de lucros e a sensibilidade a notícias específicas do setor, intensificando a correção desse ativo.
Outro fundo com desempenho negativo foi o URPR11, que registrou uma baixa de 6,38%, fechando a R$ 40,62. Essas reduções colaboraram para a oscilação do IFIX durante a sessão e evidenciaram um tom mais defensivo adotado pelos investidores no mercado. No balanço geral, o índice demonstrou uma leve predominância de vendas, mas ainda apresentou pontos de resistência em certos segmentos da carteira.



