Anúncio
Anúncio
Novo Investimento Bilionário Da Dc Set Revoluciona Entretenimento

Novo Investimento Bilionário Da Dc Set Revoluciona Entretenimento

Anúncio
Anúncio

A nova aposta de R$ 1,5 bilhão da empresa gaúcha que trouxe megashows ao Brasil

Multiplicação expressiva e expansão marcante desde 2019

Desde 2019, o grupo gaúcho DC Set elevou seu faturamento em 25 vezes, ampliando sua atuação para mais de 15 empresas operacionais e investindo mais de R$ 1 bilhão em novos ativos. Agora, planeja uma nova rodada de investimentos entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão para os próximos três anos, focando especialmente em concessões públicas, equipamentos urbanos e experiências imersivas, consolidando seu papel no cenário do entretenimento.

Uma redefinição da experiência de entretenimento

Para a DC Set, o futuro do entretenimento vai além do conteúdo apresentado, concentrando-se também nos espaços onde esses eventos acontecem. Conforme o CEO Rodrigo Mathias, o objetivo é desenvolver ativos de longo prazo que integrem lazer, cultura, gastronomia e convivência em ambientes que façam parte do cotidiano das cidades. Segundo Mathias, “tudo que fazemos na DC Set é planejado para as próximas décadas, não apenas para oportunidades pontuais”.

Anúncio
Anúncio

Um exemplo desse modelo é o Cais Embarcadero, em Porto Alegre, concedido à empresa há cinco anos. Mesmo após as enchentes de 2024, o local se mantém como um dos maiores polos gastronômicos da região sul, com quase 100% de ocupação e planos de expansão.

De produtora de shows a gestora de espaços urbanos

Fundada no final da década de 1970 por Dody Sirena e Chicão Chies, a DC Set tornou-se referência ao trazer grandes turnês internacionais ao Brasil, como Michael Jackson em 1993. Seu foco esteve inicialmente nos eventos de curta duração, porém a partir de 2019, a empresa ampliou sua visão e diversificou suas áreas de atuação, buscando retomar seu protagonismo com um olhar mais abrangente para o entretenimento.

Na nova fase, a DC Set ingressou no gerenciamento de espaços públicos, assumindo concessões como os parques Villa-Lobos e Água Branca em São Paulo, além do Jardim de Alah no Rio de Janeiro. Paralelamente, intensificou sua presença em festivais, experiências imersivas e espaços culturais fixos.

A pandemia acelerou essa transformação, servindo tanto como desafio financeiro quanto como oportunidade para estruturar um portfólio mais robusto. Atualmente, a empresa opera em diversas frentes, desde festivais como Tomorrowland Brasil e Planeta Atlântida até parcerias com marcas globais como Disney e NASA, exemplificando a transição para uma atuação focada em ativos permanentes e mais sustentáveis.

Desafios e investimentos em expansão

A estratégia adotada pela DC Set é intensiva em capital e demanda paciência, já que concessões e gestão de espaços exigem investimentos elevados e prazos mais longos para maturação. Nos últimos anos, a companhia aplicou mais de R$ 1 bilhão na construção e revitalização de ativos e planeja novos aportes que podem chegar a R$ 1,5 bilhão até 2028.

Projetos de grande escala, como o Parque Villa-Lobos com seus 850 mil metros quadrados, requerem investimentos consideráveis. Ao mesmo tempo, outras iniciativas, como a revitalização do Jardim de Alah com investimento estimado em R$ 200 milhões, além da ampliação dos espaços em Curitiba, refletem a estratégia de adaptar cada ativo à sua vocação local, evitando a replicação de modelos padronizados.

Essa estratégia já começa a mostrar resultados através do aumento expressivo da lucratividade operacional (EBITDA), com crescimento esperado de três a quatro vezes em curto espaço de tempo. Atualmente, a receita da empresa concentra-se principalmente na gestão de espaços e arenas (40%) e em festivais (35%), que juntas representam cerca de 75% do faturamento.

O Cais Embarcadero como símbolo e laboratório

O projeto do Cais Embarcadero, inaugurado em 2021 em Porto Alegre, exemplifica a nova fase da DC Set. Transformando antigos armazéns na orla do Guaíba, o espaço reúne gastronomia, lazer e convivência, atraindo mais de 3 milhões de visitantes anualmente.

Apesar dos impactos das enchentes de 2024, que forçaram o fechamento por quase 200 dias e demandaram R$ 15 milhões em reparos, a empresa rapidamente reergueu o local, reafirmando seu compromisso estratégico. Atualmente, o Cais ultrapassa seu público anterior às enchentes, com taxa de ocupação entre 90% e 95%. Agora, o desafio é aumentar o fluxo durante os dias úteis, tornando o uso do espaço mais constante.

Planejamento para o futuro

Após um ciclo intenso de crescimento e investimentos, a DC Set mira a consolidação de seus ativos existentes, aprimorando a eficiência operacional e capturando o retorno desses investimentos ao longo dos próximos anos. Entre 2025 e 2028, o foco estará em desenvolver os projetos atuais para aumentar receita e rentabilidade, conforme detalha Rodrigo Mathias: “abrimos muitas empresas nos últimos anos; agora é hora de maturar esses ativos”.

Simultaneamente, novos projetos continuam em desenvolvimento, incluindo experiências imersivas em parceria com o Museu de História Natural de Nova York, além da expansão de festivais e criação de novos espaços urbanos.

Para o período posterior a 2029, a DC Set planeja uma nova etapa de crescimento, sustentada pela geração de caixa dos ativos já maduros, construindo uma base sólida para ampliar ainda mais sua presença no setor.

O passado da empresa é marcado por grandes shows que ajudaram a consolidar o Brasil no cenário internacional; agora, seu objetivo é se tornar protagonista na transformação de cidades em destinos culturais e de lazer contínuos.

Fonte

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Rolar para cima