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PF Conclui Suicídio De Sicário No Caso Master

PF Conclui Suicídio De Sicário No Caso Master

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Polícia Federal conclui que morte de Sicário foi suicídio no caso Master

A Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais finalizou as investigações sobre o falecimento de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário por Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. A conclusão oficial da PF é que a morte ocorreu por suicídio, sem indícios de envolvimento de terceiros ou pressões externas que possam ter levado ao ato.

Uma equipe da Polícia Federal está programada para apresentar os resultados da investigação ao ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), na quinta-feira, 23 de abril de 2026. O inquérito também considerou a possibilidade de que Mourão poderia ter cometido o ato sob efeito de substâncias psicotrópicas, mas não houve confirmação neste sentido.

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Detalhes das investigações

Durante a apuração, foram analisados vídeos que registraram a permanência de Sicário na cela da Polícia Federal, além de depoimentos de testemunhas e pessoas próximas, bem como conversas mantidas por Mourão. O inquérito mantém o bloqueio dos bens do investigado, fundamentado na suspeita de que esses bens possuíam origem ilícita.

Com o relatório em mãos, o ministro relator deve encaminhar o material para a Procuradoria-Geral da República (PGR), que avaliará se há condição para o arquivamento do processo.

Contexto da morte de Sicário

No mês de março, a Polícia Federal instaurou o inquérito para apurar as circunstâncias em que Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, apelidado de Sicário, morreu enquanto estava sob custódia da PF em Minas Gerais. Mourão havia sido preso na Operação Compliance Zero, que investiga um esquema de fraudes financeiras bilhões relacionadas ao Banco Master. O próprio dono do banco, Daniel Vorcaro, foi detido nesta operação, apontado como líder de uma organização criminosa que atuava por meio de diferentes núcleos.

As investigações indicam que Sicário desempenhava um papel central na organização, executando tarefas como monitoramento de alvos, extração ilegal de dados sigilosos e ações de intimidação tanto física quanto moral. O relatório policial também destaca que, por meio das conversas interceptadas entre Vorcaro e Mourão, ficou constata a dinâmica violenta utilizada pelo grupo, com Mourão operando como um representante direto nas ações violentas da organização.

Além disso, há provas indicativas de que Mourão recebia um valor de aproximadamente R$ 1 milhão por mês de Vorcaro como pagamento pelos serviços ilegais que prestava.

Fonte

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