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Agenda De Dividendos Em Maio: Guia De Proventos Isentos

Agenda De Dividendos Em Maio: Guia De Proventos Isentos

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Maio marca a última grande oportunidade de dividendos 100% isentos; confira as empresas que vão pagar

Os dividendos distribuídos em maio de 2026 podem representar a última chance de receber proventos completamente livres do Imposto de Renda neste ano. Com a temporada de divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026 em andamento, os novos pagamentos de lucros já serão regulados pela nova norma que estipula a cobrança de 10% de IR sobre valores superiores a R$ 50 mil mensais.

Este mês ainda conta com uma quantidade significativa de distribuições 100% isentas, programadas desde o final de 2025 e início de 2026, relativas aos lucros das empresas do ano anterior. Conforme a Agenda de Dividendos elaborada pelo InvestNews, são previstos 14 pagamentos de dividendos até o fim de maio, todos sem incidência de impostos. Contudo, essas distribuições “antigas” irão se tornar cada vez mais escassas daqui para frente.

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A tributação do Imposto de Renda ocorre quando os dividendos, pagos pela mesma companhia a um único investidor, ultrapassam R$ 50 mil por mês ou R$ 600 mil ao ano, incidindo o recolhimento diretamente na fonte.

Já os Juros sobre Capital Próprio (JCP), outro tipo de provento, permanecem fora desse novo critério, pois desde sempre têm retenção de 17,5% de IR na fonte, ao contrário dos dividendos que tradicionalmente eram 100% isentos. Para maio, a Agenda de Dividendos do InvestNews indica que estão previstos 26 pagamentos de JCP.

Isenção prorrogada temporariamente

A isenção integral do Imposto de Renda sobre dividendos teve um respiro nos primeiros meses de 2026 graças a ações judiciais. A Lei nº 15.270, que impôs a tributação sobre dividendos acima de R$ 50 mil mensais, estipulou que os pagamentos aprovadose até 31 de dezembro de 2025 seguiriam isentos. Qualquer distribuição a partir de 1º de janeiro, mesmo que referente a resultados do ano anterior, já deveria obedecer à nova norma.

No entanto, liminares judiciais e uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) postergaram a efetivação do imposto até abril para dividendos relacionados aos balanços de 2025, ainda que anunciados depois do prazo previsto na lei.

Diversas empresas, incluindo bancos, informaram que vão distribuir lucros referentes ao primeiro trimestre de 2026, mas optaram por fazê-lo na forma de JCP por enquanto. Por isso, o impacto do fim da isenção total só deverá ser sentido no bolso dos investidores a partir de junho deste ano.

Superando a mudança na tributação

Entre as grandes corporações, a Gerdau, por exemplo, anunciou que irá pagar parte dos lucros do primeiro trimestre no dia 9 de junho, com R$ 0,18 por ação em dividendos, sob a nova regra do Imposto de Renda, deixando de contar com a isenção total.

Numerosas empresas tradicionais em distribuição de dividendos ainda divulgarão seus resultados nas próximas semanas. BB Seguridade, por exemplo, publicará seu balanço do primeiro trimestre em 5 de maio, e a Petrobras tem resultados previstos para o dia 11 do mesmo mês.

Assim que as companhias confirmarem novas distribuições, os dados serão atualizados na Agenda de Dividendos do InvestNews.

Agenda de Dividendos do InvestNews: um guia para os investidores

Esta agenda traz as principais informações para que os investidores possam ter previsibilidade sobre os fluxos de pagamento de suas ações, planejar aportes e não perder datas importantes. Ela é uma das poucas fontes que indicam quais distribuições já estão sujeitas à nova tributação e quais continuam inteiramente isentas do Imposto de Renda.

É possível cadastrar-se para receber a agenda diretamente por e-mail nos primeiros dias de cada mês; depois, ela é atualizada semanalmente com novos anúncios, podendo ser consultada a qualquer momento para verificar atualizações nas distribuições das empresas.

Em maio, estão previstos 40 pagamentos, incluindo dividendos de gigantes como Petrobras, Itaú e Bradesco. Algumas dessas ações já renderam mais de 34% em proventos nos últimos 12 meses.

Fonte

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