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Bitcoin No Limite Com Emissão De 95% E Escassez

Bitcoin No Limite Com Emissão De 95% E Escassez

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Bitcoin alcança 95% de sua emissão total e reforça conceito de escassez

Com a mineração do bloco 940.000, o Bitcoin atingiu um marco histórico ao completar a emissão de 20 milhões de moedas, correspondendo a 95% do total previsto para sua circulação.

Quase 17 anos após a criação da criptomoeda, só resta minerar cerca de 5% do seu fornecimento total, explicou Matias Mathey, analista de criptoativos e membro da diretoria da ONG Bitcoin Argentina, em sua conta no X.

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Mathey comentou, em entrevista, que o valor do Bitcoin pode crescer consideravelmente no futuro, com algumas projeções sugerindo uma valorização que ultrapassaria US$ 1 milhão por unidade. Essa visão também é compartilhada por personalidades do mercado, como Michael Saylor, líder da Strategy (MSTR).

O Bitcoin se destaca por possuir características únicas em comparação a sistemas monetários convencionais, pois sua emissão é programada, sua política monetária é fixa e seu limite máximo de criptomoedas definido antecipadamente.

Desde o seu início por Satoshi Nakamoto — pseudônimo de quem criou o protocolo, seja pessoa ou grupo —, a criptomoeda foi idealizada com uma oferta limitada, estruturada por seu mecanismo de mineração e protocolos rígidos.

O restante das moedas será liberado de maneira gradual até o ano de 2140, conforme o protocolo estabelecido.

Diego Coria, fundador da plataforma educacional Clases de Bitcoin, comentou que esse cenário de escassez contínua poderá influenciar o valor do Bitcoin a longo prazo, mas ressaltou que essa valorização não ocorrerá imediatamente, já que muitos no mercado ainda negligenciam essa dinâmica.

Segundo Coria, embora muitas coisas possam ocorrer no mercado até 2140, inclusive crises geopolíticas e monetárias, o verdadeiro valor estará nas moedas que não dependem da confiança, mas que podem ser verificadas.

Ele complementou que o aumento significativo no preço do Bitcoin deverá acontecer à medida que sua obtenção se torne mais complexa, sua disponibilidade nas exchanges diminua e mais pessoas reconheçam que o roteiro delineado por Satoshi Nakamoto está sendo rigorosamente cumprido.

Para Coria, a capacidade do Bitcoin de preservar valor em um cenário onde moedas fiduciárias passam por inflação constante será um diferencial que beneficiará aqueles que entenderam que a prova de trabalho e o consenso coletivo são superiores a qualquer especulação ou decisão governamental arbitrária em relação ao dinheiro.

Movimentação recente do preço do Bitcoin

Apesar das preocupações com um conflito prolongado no Irã, que elevaram os preços do petróleo e pressionaram os mercados financeiros, o Bitcoin apresentou valorização recente. Por volta das 14h15 (horário da costa leste dos EUA), a criptomoeda era negociada em US$ 68.445, com alta diária de 2,15%.

Analistas da plataforma Bitfinex comentaram que o Bitcoin iniciou o mês de março com um impulso de alta de 10,5%, alcançando pico de US$ 74.047 em 4 de março, mas não conseguiu manter esse nível e recuou para uma faixa de consolidação entre US$ 62.500 e US$ 72.000.

Essa queda foi motivada por reversões de entradas de capital em ETFs de Bitcoin, que resultaram em saídas combinadas de US$ 576,8 milhões nos dias 5 e 6 de março. Além disso, houve liquidação de posições longas alavancadas que foram abertas tardiamente durante a alta inicial.

Eles destacaram uma clara divisão no mercado: as “baleias” (carteiras com mais de 1.000 BTC) e detentores de longo prazo continuam acumulando constantemente, enquanto investidores de varejo vêm vendendo nos últimos dois meses.

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