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Empresa Brasileira Dobra Receita E Ruma A Ser Unicórnio

Empresa Brasileira Dobra Receita E Ruma A Ser Unicórnio

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Próximo unicórnio? Empresa brasileira dobra receita em apenas sete meses

Assim como Uber, Nubank e Airbnb, que são startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão, popularmente chamadas de ‘unicórnios’, a fintech brasileira Barte está em rápido crescimento e se aproxima desse seleto grupo.

Em março de 2026, a Barte alcançou uma receita anualizada próxima a R$ 300 milhões, praticamente dobrando seu faturamento em um período de sete meses. A empresa atua no segmento de infraestrutura de pagamentos, integrando soluções de pagamentos, adquirência e serviços bancários corporativos numa só plataforma, direcionada a médias e grandes companhias.

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O faturamento da fintech avançou de R$ 150 milhões em agosto de 2025 para R$ 250 milhões em novembro do mesmo ano, até atingir o valor atual. O volume de transações processadas pela Barte já ultrapassa R$ 10 bilhões, com uma taxa de crescimento anual acima de 150%.

A proposta central da Barte é resolver dois problemas históricos enfrentados pelo varejo brasileiro: a fragmentação dos meios de pagamento e a ineficiência do capital de giro nas cadeias comerciais. Para isso, a fintech utiliza inteligência artificial que otimiza a reconciliação financeira, a previsão de fluxo de caixa e a precificação de riscos. Na prática, quanto mais transações são processadas, maior a eficiência obtida pela plataforma, criando uma vantagem competitiva fundamentada em dados proprietários.

Esse modelo gera um efeito cumulativo no qual cada operação gera informações que alimentam o desenvolvimento de novos produtos financeiros, como crédito e adiantamento de recebíveis, o que fortalece a dependência dos clientes em relação à plataforma.

Com uma avaliação de mercado estimada em R$ 1 bilhão, a Barte desponta como candidata a se tornar mais um unicórnio brasileiro. A empresa projeta alcançar R$ 500 milhões de receita ainda em 2026, o que pode abrir caminho para uma nova rodada relevante de investimentos.

Vale destacar que esse tipo de resultado não é incomum no setor financeiro. Por exemplo, a Stripe, maior processadora de pagamentos globalmente, foi avaliada em US$ 159 bilhões em fevereiro de 2026, com receita prevista em US$ 6,86 bilhões. A fintech americana Ramp, focada no mercado B2B e em crescimento acelerado, foi avaliada em US$ 7,65 bilhões com receita anualizada ao redor de US$ 300 milhões.

Segundo o presidente da Barte, caso a meta de R$ 500 milhões para este ano seja atingida, o objetivo de alcançar um valuation de US$ 1 bilhão deixará de ser uma meta distante para se tornar o próximo marco público da companhia.

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